Texto II: ORALIDADE E ESCRITA ( PERSPECTIVAS PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA)
Leonor L. Fávero
Maria Lúcia C.V.Andrade
Zilda G. O. Aquino
Através da leitura do texto observamos que nos processos de linguagem o que antes era visto apenas como verbalização, hoje está inserida em análises textuais, em suma um texto não é só o que
escrevemos, mas também a produção oral.
Aprendemos sobre os fatores que constituem a conversação, os níveis e a estrutura do texto escrito, vimos que o texto falado tem que ter coesão e coerência, da mesma forma que o escrito.
Segundo Brandão, (1979) " a linguagem é o único atributo humano que nos permite aprender, pensar de uma maneira criadora e mudar, do ponto de vista social, desse modo, somos muito diferentes dos animais sem linguagem, que são mais dominados pelo instinto".
Após lermos o texto o professor passou uma atividade que deveria ser feita em dupla com questões referentes ao texto. Após feito e enviado para ele, ele faria uma troca das produções, e as
duplas iriam analisar o trabalhos dos colegas. Foi uma ótima idéia para a socialização, onde também
vamos exercitar nosso lado crítico.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
REFLEXÕES
Texto I PROCESSOS INICIAIS DE LEITURA E ESCRITA
Rosineide Magalhães
O objetivo deste texto é contribuir na formação continuada do professor em sua prática docente, pois a educação é dinâmica e não estagnada como muitos pensam e praticam, e também não tem uma verdade única e temporal, ela tem diversas variantes, para que o educador saiba como agir no auxilio ao processo de construção de conhecimento da criança.
Ele aborda estratégias lingüísticas de leitura, fazendo a relação entre o som e a grafia, e a valorização do lúdico no ensino da língua materna, sistematizando todo o processo que dá início a leitura e a escrita na pré-escola.
Devemos explorar a diversidade textual, deixando bem claro a finalidade de cada um, e valorizando o que o aluno traz consigo de seu ambiente familiar ao chegar na escola, sua experiência como leitor de símbolos e códigos, pois ninguém é nulo de conhecimento, o texto também esclarece a importância do texto falado no processo da escrita.
Ivan eu gostei muito deste citação por isso vou postá-la.
"Não basta apenas saber ler e escrever, é preciso também fazer uso da
do ler e escrever, saber responder às exigências de leitura e escrita que
a sociedade faz continuamente ( daí o recente surgimento do termo
letramento, vem se tornando de uso corrente, em detrimento do termo
alfabetismo)". CAPE-RME-BH)
Olha eu tinha feito digitado no papel, mas preferir postar, desculpe o atraso, agora vou assistir
aula e depois eu ponho o restante.Tchauuuuuuuuuuuuuu
Rosineide Magalhães
O objetivo deste texto é contribuir na formação continuada do professor em sua prática docente, pois a educação é dinâmica e não estagnada como muitos pensam e praticam, e também não tem uma verdade única e temporal, ela tem diversas variantes, para que o educador saiba como agir no auxilio ao processo de construção de conhecimento da criança.
Ele aborda estratégias lingüísticas de leitura, fazendo a relação entre o som e a grafia, e a valorização do lúdico no ensino da língua materna, sistematizando todo o processo que dá início a leitura e a escrita na pré-escola.
Devemos explorar a diversidade textual, deixando bem claro a finalidade de cada um, e valorizando o que o aluno traz consigo de seu ambiente familiar ao chegar na escola, sua experiência como leitor de símbolos e códigos, pois ninguém é nulo de conhecimento, o texto também esclarece a importância do texto falado no processo da escrita.
Ivan eu gostei muito deste citação por isso vou postá-la.
"Não basta apenas saber ler e escrever, é preciso também fazer uso da
do ler e escrever, saber responder às exigências de leitura e escrita que
a sociedade faz continuamente ( daí o recente surgimento do termo
letramento, vem se tornando de uso corrente, em detrimento do termo
alfabetismo)". CAPE-RME-BH)
Olha eu tinha feito digitado no papel, mas preferir postar, desculpe o atraso, agora vou assistir
aula e depois eu ponho o restante.Tchauuuuuuuuuuuuuu
REFLEXÕES
Texto inicial: Construindo o Portfólio Eletrônico
Ivan Amaro
Fizemos a leitura do texto em sala e em seguida o professor pediu que conceituássemos avaliação formativa, que é uma proposta de sua disciplina.
Ao meu ver é uma das mais democráticas formas de avaliar, pois permite a construção da autonomia e da auto-crítica do indivíduo, dando mais oportunidades pois há diversidade de material a ser avaliado.
Ao saber que a forma de avaliação seria através de blog fiquei com receio, pois é um desafio para quem não domina a informática a esse ponto, mas depois me acalmei, pois nada é impossível.
Mas devemos ter em mente que é um trabalho onde a qualidade é muito importante pois além de sermos avaliados, outros terão acesso ao nosso blog, pois é temos que caprichar não é Ivan? O blog não deve ser apenas um arquivo de informações, mas sim uma seleção de produções feitas através de leituras, pesquisas e reflexões, e com uma pitada de bom senso.
Ivan Amaro
Fizemos a leitura do texto em sala e em seguida o professor pediu que conceituássemos avaliação formativa, que é uma proposta de sua disciplina.
Ao meu ver é uma das mais democráticas formas de avaliar, pois permite a construção da autonomia e da auto-crítica do indivíduo, dando mais oportunidades pois há diversidade de material a ser avaliado.
Ao saber que a forma de avaliação seria através de blog fiquei com receio, pois é um desafio para quem não domina a informática a esse ponto, mas depois me acalmei, pois nada é impossível.
Mas devemos ter em mente que é um trabalho onde a qualidade é muito importante pois além de sermos avaliados, outros terão acesso ao nosso blog, pois é temos que caprichar não é Ivan? O blog não deve ser apenas um arquivo de informações, mas sim uma seleção de produções feitas através de leituras, pesquisas e reflexões, e com uma pitada de bom senso.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Algumas citações que achei interessante relacionadas à nossa disciplina
Vygotsky(1991) Uma visão geral da história completa do desenvolvimento da linguagem escrita nas crianças leva-nos naturalmente, a três conclusões de caráter prático, excepcionalmente importantes.
A primeira é que, do nosso ponto de vista, seria natural transferir o ensino da escrita para a pré-escola.
Uma segunda conclusão , então, é de que a escrita deve ter significado para as crianças, de que uma necessidade intrínseca deve ser despertada nelas e a escrita deve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida.
O terceiro ponto que estamos tentando adiantar como conclusão prática é a necessidade de a escrita ser ensinada naturalmente.
Em Vygotsky (1984), o uso da linguagem se constitui na condição mais importante do desenvolvimento das estruturas psicológicas superiores ( a consciência ) da criança. O conteúdo da experiência histórica do homem , embora esteja consolidado nas criações materiais, encontra-se também generalizado e reflete-se nas formas verbais de comunicação entre os homens sobre esses conteúdos. A interiorização dos conteúdos historicamente determinados e culturalmente organizados se dá, portanto, principalmente por meio da linguagem, possibilitando, assim, que a natureza social das pessoas torne-se igualmente sua natureza psicológica.
O significado de uma palavra representa um amálgama tão estreiro do pensamento e da linguagem, que fica difícil dizer se se trata de um fenômeno da fala ou de um fenômeno do pensamento. (Vygotsky, 1987, p.104)
Segundo Magda Soares, no processo de aquisição do sistema da escrita, as dificuldades enfrentadas pela criança , anteriormente, eram consideradas erros que era preciso corrigir, e para isso os recursos eram, de novo, os exercícios ou "treinos" de imitação, repetição, associação, cópia; hoje, no quadro de uma nova concepção do processo de aquisição do sistema da escrita, os "erros" são considerados "construtivos", isto é, preciosos indicadores do processo de construção do sistema de escrita que a criança vivencia, reveladores das hipóteses com que está atuando, portanto, elementos fundamentais para que se identifiquem esse processo e essas hipóteses. Veremos abaixo a ação pedagógica no desenvolvimento das habilidades textuais:
Inicialmente, é preciso lembrar ressalta Magda, que, ao ser introduzida na escola ao mundo da escrita,a criança já domina as habilidades de produção do texto oral: fala fluentemente sua língua, usa-a para
narrar, perguntar, responder, pedir, ordenar... E é preciso ainda lembrar que essa introdução ao mundo da escrita, na escola, não se caracteriza como um momento inaugural de entrada em um mundo desconhecido: embora ainda" analfabeta", a criança já tem representações sobre o que é ler e escrever, já interage com textos escritos de diferentes gêneros e em diferentes portadores, convive com pessoas que lêem e escrevem, participa de situações sociais de leitura e de escrita.
A primeira é que, do nosso ponto de vista, seria natural transferir o ensino da escrita para a pré-escola.
Uma segunda conclusão , então, é de que a escrita deve ter significado para as crianças, de que uma necessidade intrínseca deve ser despertada nelas e a escrita deve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida.
O terceiro ponto que estamos tentando adiantar como conclusão prática é a necessidade de a escrita ser ensinada naturalmente.
Em Vygotsky (1984), o uso da linguagem se constitui na condição mais importante do desenvolvimento das estruturas psicológicas superiores ( a consciência ) da criança. O conteúdo da experiência histórica do homem , embora esteja consolidado nas criações materiais, encontra-se também generalizado e reflete-se nas formas verbais de comunicação entre os homens sobre esses conteúdos. A interiorização dos conteúdos historicamente determinados e culturalmente organizados se dá, portanto, principalmente por meio da linguagem, possibilitando, assim, que a natureza social das pessoas torne-se igualmente sua natureza psicológica.
O significado de uma palavra representa um amálgama tão estreiro do pensamento e da linguagem, que fica difícil dizer se se trata de um fenômeno da fala ou de um fenômeno do pensamento. (Vygotsky, 1987, p.104)
Segundo Magda Soares, no processo de aquisição do sistema da escrita, as dificuldades enfrentadas pela criança , anteriormente, eram consideradas erros que era preciso corrigir, e para isso os recursos eram, de novo, os exercícios ou "treinos" de imitação, repetição, associação, cópia; hoje, no quadro de uma nova concepção do processo de aquisição do sistema da escrita, os "erros" são considerados "construtivos", isto é, preciosos indicadores do processo de construção do sistema de escrita que a criança vivencia, reveladores das hipóteses com que está atuando, portanto, elementos fundamentais para que se identifiquem esse processo e essas hipóteses. Veremos abaixo a ação pedagógica no desenvolvimento das habilidades textuais:
Inicialmente, é preciso lembrar ressalta Magda, que, ao ser introduzida na escola ao mundo da escrita,a criança já domina as habilidades de produção do texto oral: fala fluentemente sua língua, usa-a para
narrar, perguntar, responder, pedir, ordenar... E é preciso ainda lembrar que essa introdução ao mundo da escrita, na escola, não se caracteriza como um momento inaugural de entrada em um mundo desconhecido: embora ainda" analfabeta", a criança já tem representações sobre o que é ler e escrever, já interage com textos escritos de diferentes gêneros e em diferentes portadores, convive com pessoas que lêem e escrevem, participa de situações sociais de leitura e de escrita.
Planejamento de atividades
Atividades proposta por mim:
Objetivo: Desenvolver habilidades lingüísticas e cognitivas.
Estratégia: utilização de trava-línguas;
Idade: 05 anos
Desenvolvimento: A professora diz o trava-línguas O Doce - Qual é o doce mais doce? O doce mais doce é o doce de batata doce, e após repetir ele fará a perguntas às crianças, no qual elas responderão.
Estratégia: roda de conversa
Idade: 04 anos
Desenvolvimento: O grupo estará sentado em círculo, a professora inicia a conversa contando algum fato do cotidiano , e após ele expor, cada criança (obedecendo a ordem do círculo) contará também um fato do cotidiano.
Estratégia: utilização de fantoches
Idade: 03 anos
Desenvolvimento : a professora contará uma história utilizando fantoches, após acabar a história ele distribuirá os fantoches para as crianças que farão a recontação a história .
Objetivo: Desenvolver a compreensão na leitura
Idade: 05 anos
Estratégia: Leitura periódica de vários gêneros textuais
Desenvolvimento: a professora fará a leitura em sala de alguns gêneros de texto, ela deve explicar o formato, e a utilidade do texto que será lido, e após a leitura, pedir que os alunos comentem o que entenderam da leitura, e então será feita uma discussão do que foi lido.
Objetivo: Desenvolver a interpretação
Idade: 05 anos
Estratégia: Colocar a seqüência dos acontecimentos da história.
Desenvolvimento: a professora fará numa folha de colorset 4 cenas da história que ele vai contar, após ouvirem a história as crianças receberão as cenas para colocá-las na ordem em que aconteceram.
Objetivo: Desenvolver a memorização
Idade: 04 anos
Estratégia: Descobrir as diferenças nas figuras
Desenvolvimento: a professora fará o desenho de duas cenas na folha de papel , as cenas apresentam algumas diferenças, onde as crianças deverão encontrá-las ( uma boa atividade para ser feita em grupo).
Idade: 05 anos
Estratégia: Jogo da memória utilizando o alfabeto
Material: papelão, cola, tesoura, tampa de Ades
Como fazer: Copiar as letras do alfabeto num retângulo de papelão, em cima das letras, serão coladas as tampas de Ades que encobrirão as letras.
Desenvolvimento: a professora pedirá ao aluno que descubra as letras do seu nome, de frutas, nome dos colegas, objetos etc.
Idade: 04 anos
Estratégia: desenho e suas sombras
Material: Figuras cortadas e pintadas, e outras figuras iguais, mas só com os contornos.
Desenvolvimento: a criança após observar uma figura, vai descobrir a sombra.
Objetivo:Comparar textos novos com textos já conhecidos
Idade: 05 anos
Material|: encarte, rótulos , embalagens, revista, jornais
Desenvolvimento: deixar que as crianças manuseiem bastante os textos trazidos, depois pedir que a criança mostre o que mais lhe chamou a atenção e porque
Objetivo: perceber os sons da língua
Idade: 03 anos
Estratégia: Rima
Desenvolvimento: a professora cantará uma música que tenha rima, Ex.: O sapo
O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
E não lava o pé porque não quer
Mais que chulé.
Idade: 05 anos
Estratégia: Música que muda as vogais
Desenvolvimeto: a professora cantará a música: Fernando Sétimo, e depois cantará novamente trocando todas as vogais por uma apenas, vejamos:
Quando Fernando Sétimo usava paletó (03 vezes )
Paletó, usava paletó.
Quende Fernede Seteme eseve peletê (o3 vezes)
Pelete eseve peletê.
Objetivo: Reconhecer a ortografia das palavras
Idade:05 anos
Material: Alfabeto móvel
Desenvolvimento: a professora dará ao aluno as letras móveis e ele comporá palavras que ele mesmo escolherá,e, tamébm algumas com intervenção da professora.
Idade: 03 anos
Material: retângulos de cartolina ou colorset com o nome de todas as crianças da sala
Desenvolvimento: a professora levanta o papel e canta uma música em forma de pergunta, ( de quem é é esse nome, o dono vem pegar), a criança pega e coloca o seu cartão com o nome no quadro de pregas utilizado como chamada.
Obs.: Ivan, espero que você goste.
Objetivo: Desenvolver habilidades lingüísticas e cognitivas.
Estratégia: utilização de trava-línguas;
Idade: 05 anos
Desenvolvimento: A professora diz o trava-línguas O Doce - Qual é o doce mais doce? O doce mais doce é o doce de batata doce, e após repetir ele fará a perguntas às crianças, no qual elas responderão.
Estratégia: roda de conversa
Idade: 04 anos
Desenvolvimento: O grupo estará sentado em círculo, a professora inicia a conversa contando algum fato do cotidiano , e após ele expor, cada criança (obedecendo a ordem do círculo) contará também um fato do cotidiano.
Estratégia: utilização de fantoches
Idade: 03 anos
Desenvolvimento : a professora contará uma história utilizando fantoches, após acabar a história ele distribuirá os fantoches para as crianças que farão a recontação a história .
Objetivo: Desenvolver a compreensão na leitura
Idade: 05 anos
Estratégia: Leitura periódica de vários gêneros textuais
Desenvolvimento: a professora fará a leitura em sala de alguns gêneros de texto, ela deve explicar o formato, e a utilidade do texto que será lido, e após a leitura, pedir que os alunos comentem o que entenderam da leitura, e então será feita uma discussão do que foi lido.
Objetivo: Desenvolver a interpretação
Idade: 05 anos
Estratégia: Colocar a seqüência dos acontecimentos da história.
Desenvolvimento: a professora fará numa folha de colorset 4 cenas da história que ele vai contar, após ouvirem a história as crianças receberão as cenas para colocá-las na ordem em que aconteceram.
Objetivo: Desenvolver a memorização
Idade: 04 anos
Estratégia: Descobrir as diferenças nas figuras
Desenvolvimento: a professora fará o desenho de duas cenas na folha de papel , as cenas apresentam algumas diferenças, onde as crianças deverão encontrá-las ( uma boa atividade para ser feita em grupo).
Idade: 05 anos
Estratégia: Jogo da memória utilizando o alfabeto
Material: papelão, cola, tesoura, tampa de Ades
Como fazer: Copiar as letras do alfabeto num retângulo de papelão, em cima das letras, serão coladas as tampas de Ades que encobrirão as letras.
Desenvolvimento: a professora pedirá ao aluno que descubra as letras do seu nome, de frutas, nome dos colegas, objetos etc.
Idade: 04 anos
Estratégia: desenho e suas sombras
Material: Figuras cortadas e pintadas, e outras figuras iguais, mas só com os contornos.
Desenvolvimento: a criança após observar uma figura, vai descobrir a sombra.
Objetivo:Comparar textos novos com textos já conhecidos
Idade: 05 anos
Material|: encarte, rótulos , embalagens, revista, jornais
Desenvolvimento: deixar que as crianças manuseiem bastante os textos trazidos, depois pedir que a criança mostre o que mais lhe chamou a atenção e porque
Objetivo: perceber os sons da língua
Idade: 03 anos
Estratégia: Rima
Desenvolvimento: a professora cantará uma música que tenha rima, Ex.: O sapo
O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
E não lava o pé porque não quer
Mais que chulé.
Idade: 05 anos
Estratégia: Música que muda as vogais
Desenvolvimeto: a professora cantará a música: Fernando Sétimo, e depois cantará novamente trocando todas as vogais por uma apenas, vejamos:
Quando Fernando Sétimo usava paletó (03 vezes )
Paletó, usava paletó.
Quende Fernede Seteme eseve peletê (o3 vezes)
Pelete eseve peletê.
Objetivo: Reconhecer a ortografia das palavras
Idade:05 anos
Material: Alfabeto móvel
Desenvolvimento: a professora dará ao aluno as letras móveis e ele comporá palavras que ele mesmo escolherá,e, tamébm algumas com intervenção da professora.
Idade: 03 anos
Material: retângulos de cartolina ou colorset com o nome de todas as crianças da sala
Desenvolvimento: a professora levanta o papel e canta uma música em forma de pergunta, ( de quem é é esse nome, o dono vem pegar), a criança pega e coloca o seu cartão com o nome no quadro de pregas utilizado como chamada.
Obs.: Ivan, espero que você goste.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Reflexões Sobre Avaliaçao Formativa
A avaliação formativa não é estanque mas sim um processo linear que obedece algumas etapas:
o diagnóstico, a interpretação das informações obtidas e a adaptação das atividades que vão de encontro às necessidades observadas pelo educador. A avaliação informativa passa a ser formativa quando quem avalia determina seus objetivos , é quando ela está a serviço do aluno, ajudando-o a construir o seu conhecimento, quando ela orienta e torna a aprendizagem mais prática e eficaz.
Ela dá autonomia ao aluno e permite que ele se auto avalie . O professor que opta por esta forma de avaliação deve ter consciência das dificuldades que vai enfrentar, pois o senso comum a avaliação tradicional está muito cristalizados e às vezes ela é utilizada como arma empunhada para manter a autoridade, a disciplina, a manobra e a limitação do aluno, como também na visão de alguns administradores de escola (no caso da rede particular) que na sua maioria é constituído de pessoas que nada tem a ver com a educação. A avaliação formativa é democrática, mas como democrático é muito difícil quando nos julgamos superiores, ser generoso é quase impossível quando nossos interesses estão voltados para nós mesmos, e nessa forma de avaliar temos que nos doar mais, e como fazer isso com nosso tempo tão contado?
O respeito e a valorização à diversidade deve ser um fator também muito importante no processo de avaliação formativa, pois este conhecimento permitirá ao educador entender o porquê aquele aluno em uma dada atividade não conseguiu alcançar um bom êxito, mas numa próxima ele consegue se sair melhor, ou seja ele não vai ficar rotulado pois ele tem várias oportunidades de alcançar o objetivo, as pessoas não são iguais mas seus direito devem ser assegurados igualmente, e mesmo no coletivo devemos respeitar a individualidade.
o diagnóstico, a interpretação das informações obtidas e a adaptação das atividades que vão de encontro às necessidades observadas pelo educador. A avaliação informativa passa a ser formativa quando quem avalia determina seus objetivos , é quando ela está a serviço do aluno, ajudando-o a construir o seu conhecimento, quando ela orienta e torna a aprendizagem mais prática e eficaz.
Ela dá autonomia ao aluno e permite que ele se auto avalie . O professor que opta por esta forma de avaliação deve ter consciência das dificuldades que vai enfrentar, pois o senso comum a avaliação tradicional está muito cristalizados e às vezes ela é utilizada como arma empunhada para manter a autoridade, a disciplina, a manobra e a limitação do aluno, como também na visão de alguns administradores de escola (no caso da rede particular) que na sua maioria é constituído de pessoas que nada tem a ver com a educação. A avaliação formativa é democrática, mas como democrático é muito difícil quando nos julgamos superiores, ser generoso é quase impossível quando nossos interesses estão voltados para nós mesmos, e nessa forma de avaliar temos que nos doar mais, e como fazer isso com nosso tempo tão contado?
O respeito e a valorização à diversidade deve ser um fator também muito importante no processo de avaliação formativa, pois este conhecimento permitirá ao educador entender o porquê aquele aluno em uma dada atividade não conseguiu alcançar um bom êxito, mas numa próxima ele consegue se sair melhor, ou seja ele não vai ficar rotulado pois ele tem várias oportunidades de alcançar o objetivo, as pessoas não são iguais mas seus direito devem ser assegurados igualmente, e mesmo no coletivo devemos respeitar a individualidade.
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